Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência Social no Estado do Piauí - SINTSPREVS/PI
Boa Tarde! Teresina, 23 de setembro de 2019
30/07/2019 - 09:17

Sindicatos denunciam parlamentares do PI que votaram pela reforma. Foram usados cartazes, out door e as redes sociais para mostrar os traidores.
No dia 12 de julho aconteceu no Centro de Teresina a mobilização de diversas categorias contra a reforma da Previdência, cujo texto-base foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10). O ato foi concentrado em frente ao prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na Praça da Bandeira, e contou com a presença de várias centrais sindicais e trabalhadores. Os manifestantes dialogaram com a população e coletaram assinaturas em um abaixo-assinado contra a reforma a ser enviado ao Congresso Nacional. Inácio Schuck, diretor do Sintsprevs-PI e conselheiro estadual de saúde, informou que o ato teve também como finalidade denunciar os parlamentares federais do Piauí que votaram a forma favor da reforma. "As entidades fizeram cartazes e out door e usar as redes sociais para denunciar os traidores dos trabalhadores e do povo piauiense. Um exemplo foi o deputado Flavio Nogueira (PDT-PI) que contrariou orientação do partido e preferiu beijar as mãos de Bolsonaro em troca de favores e indicações políticas", ressalta Schuck. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, o ato dessa sexta-feira é a continuidade de um processo iniciado ainda no mês de fevereiro pelas centrais sindicais com a mobilização contra a reforma previdenciária. “Nós estaremos com um ato lá em Brasília e fazendo esse registro aqui com a coleta de assinaturas contra a reforma da Previdência, nos preparando para estarmos lá no segundo turno [votação no Senado], para não permitir que esses que disseram ser eleitos para nos representar, estejam defendendo o direito dos ricos”, finaliza Sinésio Soares. Segundo os próprios manifestantes, o protesto tem como objetivo promover uma frente de mobilização contra a reforma aprovada pelo Congresso para impedir que o texto passe em votação no Senado Federal. Um dos principais pontos questionados pelos manifestantes diz respeito ao tempo de contribuição e idade mínima para diversas categorias, em especial os professores. Pela nova regra, os docentes passarão a se aposentar com idade mínima de 60 anos para homens e 57 para mulheres. “A bancada piauiense é traidora porque votou contra o direito da gente se aposentar. O projeto de reforma da Previdência já foi debatido ao longo dos meses e, em nenhum momento, nós conseguimos encontrar nele um artigo que venha a trazer melhorias para o trabalhador, só traz prejuízo. Quando um parlamentar é eleito, ele é obrigado a representar o Estado, o trabalhador e a população, não é para votar projetos que nos prejudiquem”, afirma o sindicalista Paulo Bezerra.



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